segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Sobre o incrível mundo dos blogs e da autopublicação

Primeiro, a Priscila me chamou para fazer este blog com ela. Depois, a minha irmã pediu minha ajuda para dar um help em um blog que ela precisava fazer para a faculdade. E foi assim que, depois de anos, eu voltei a mexer com blogs.


Confesso que achava blog um negócio meio defasado, nessa época de rede social. Porém, tomei um gosto danado pela coisa. Criei um blog de corrida, o #metranspira, e também um com textos de divulgação científica para crianças e professores (só com textos sobre bichos), o Animais que são o bicho.

Tudo começou quando minha irmã queria que o blog que ela fez para a faculdade (o Turismólogos em Ação) aparecesse no Google. Comecei a pesquisar sobre o tema e revisitei algo que estudei para concurso: SEO. Em português, otimização para mecanismos de buscas. Confesso que tenho me divertido aprimorando o html do site, além de mexer com o texto propriamente dito, tentando fazer meus blogs ganharem posições e se tornarem relevantes para o Google.

Também tenho colocado o "bumbum na janela", como diz minha amiga Elisa, ao divulgar o que tenho escrito em minhas redes sociais. Eu sempre fui muito crítica com meus trabalhos e, confesso, também tinha medo de olho gordo. Por isso, sempre adotei uma posição mais recolhida em relação ao que escrevia e também à minha vida pessoal, evitando falar certas coisas para qualquer um.

Porém, nos tempos atuais, sei que o "compartilhar" dos amigos pode ser o estopim de muita coisa. Como jornalista, é claro que eu gostaria que meus textos fossem lidos por muita gente. Talvez seja muito pretensão achar que isso possa um dia acontecer (e também muita gente já leu o que publiquei... Só não sabem quem sou eu... #valorizadabasica hahahahaha). No entanto, estou aqui, com meus dois blogs e mais este, "colocando o bumbum" na janela, expondo um pouco do que faço. 

A maior probabilidade é que nada aconteça. Mas tudo bem. Ao menos posso dizer que me diverti nesse inferno astral antecipado de 2015, em que me lesionei e estou sem poder fazer aquilo que ocupa a minha vida: correr.